E aqui estou mais uma vez. Como prometido, cá estou para postar semanalmente. Se bem que não tenho muito oque postar, mas tenho uma história interessante para contar.

Antes disso, devo citar que recebi recentemente uma carta de uma amiga que tenho vontade de esmagar com um abraço, ainda mais depois da carta. É a Ana Paula Oliveira, vulga Puchu, que em meio uma carta falando sobre o cotidiano, mandou-me um pikachu feito de papel (origami?). O primeiro ponto, é que eu adoro os monstrinhos de bolso (e quem me conhece, mesmo que um pouco, sabe muito bem disso). O segundo ponto, é que eu adoro coisas feitas à mão. Seja uma blusa, uma doce ou uma dobradura. Achei bem fofo o presente e ganhei um lugar em minha mesa do escritório.
A história que tenho para contar essa semana, já contei à alguns amigos via msn, mas como não faz tanto tempo (um mês, talvez), não são todos que sabem. Como algumas pessoas sabem, eu uso óculos atualmente e não vejo muito bem sem ele. Então, em um dia comum, entrei no banheiro, tomei banho. Vi uma manchinha no chão, mas ignorei. Pouco depois, Kenneth Parkes (um californiano que mora no mesmo apartamento), entrou no banheiro e teve uma reação estranha. Horas depois, ele comenta que havia um escorpião no banheiro. Recordando-me da manchinha que vi no chão, fiquei um tanto surpresa: Eu poderia ter sido picado letalmente e começar a espumar pela boca!
Alguns dias se passaram. Durante esses dias, eu estava um tanto traumatizado com a ideia de conviver com escorpiões em uma casa. Estava no Brasil e bem, nunca ouvi falar de escorpiões no Brasil! Cheguei a pensar que poderia ser maldade de alguém para comigo. Oque não torna a situação mais simples, muito pelo contrário. Eu fui colocar o pé no sapato e pensei: E SE tiver um escorpião aí dentro? Eu colocar meu pé, ser picado, meu pé ficar roxo, minha garganta sufocar e eu morro indefeso? Não deixa de ser uma possibilidade, então bati o sapato para certificar-me. Nada ocorreu, felizmente.
Dentre esses dias, houve também um dia em que fui deitar na cama. Estava escuro, então pensei: E SE tiver um escorpião na minha cama? Eu deitarei nele, ele picará minha coluna e o veneno me imobilizará, eu não conseguirei pedir ajudar. Não deixa de ser uma possibilidade, então acendi a luz, verifiquei. Estava tudo bem, felizmente.
Houve também uma situação na qual fui pegar alguns talheres para uma refeição e fui colocar a mão no fundo da gaveta. Mas .. E SE tiver um escorpião ali? Aguardando o momento certo para picar-me e seu veneno fazer eu me contorcer enquanto tenho uma forte lenta e dolorosa? Eu removi a gaveta e felizmente não havia nada lá.

a wild drapion appears!
Eu já estava tranquilo com esse assunto, quando entrei no banheiro e .. LÁ ESTAVA ELE! Menos de 5cm, aquela criatura letal encarava-me com seu olhar cheio de vingança, mas eu não sabia como explica-lo que não fui eu quem matou um amigo dele. Então, começamos um duelo regido por saltos e esquivas no banheiro, até o ponto que consegui jogar alcool sobre ele e lançar não apenas um ou dois palitos de fosforo, mas sim todos os que foi possível arremessar, criando uma divertida chama no banheiro visando matar a asquerosa criatura de menos de 5cm.

drapion fainted!
Hoje estou feliz e estou preparado caso os pais dele voltem querendo vingança. Essa é minha humilde aventura que compartilho com vocês.
hUAHUahhuaha quase não termino de ler huAHUahuhahuahuAHAHAAUHA