Diferença entre tartaruga e arroz cru

E cá estou mais uma vez, já que esqueci de postar na segunda-feira (por preguiça). De qualquer maneira, postarei nessa segunda-feira denovo. Ou não.

Começando o post, como podem ver acima .. uma carta. É a carta da senhorita Puchosa, que enviou-me semanas atrás. Em geral, eu leio e jogo fora, qualquer tipo de carta que recebo, mas nesse caso, senti-me atraido por guarda-la. Não significa que guardarei pelo resto da vida, mas é bom ter algum afeto por algo que recebeu alguma consideração. E também, foi escrita pela criatura pre-história, a senhorita Puchu! É algo que posso vender no museum daqui alguns anos.

Recentemente quitei o formspring e orkut. Apesar de estarem lá tanto tempo, eu já não usava com a mesma frequência de anos atrás. E foi assim com o ICQ, e talvez seja assim com o MSN um dia, não? Acho difícil que aconteça com o mIRC, pois mesmo depois de tanto tempo, continuo usando aquela coisa velha. Logo mais também terei um novo banner por aqui: Pedi para a senhorita Puchu fazer um, fazer com giz-de-cera mesmo, acho bem bonito esses desenhos, haha.

Conveniências e tradições

Por volta de dois ou três meses atrás, me encontrei em uma situação bem interessante. Bem, eu encontrei uma ex-namorada (cujo tinhamos terminado o relacionamento aproximadamente 3 anos atrás) que estava passando as férias em uma parte do Brasil na qual nunca pensei encontra-la e onde eu estava. O papo extendeu-se por alguns dias, em shoppings e lanchonetes. Como fruto desse reencontro, consegui recuperar um flashcard que tinha deixado com ela e nem lembrava mais. Semanas depois teve o ano novo, onde nossa história começa.

Resolvemos alugar um apartamento separado para eu, ela, prima dela e mais dois amigos. Muitas coisas das quais não me recordo perfeitamente aconteceram naquele dia, mas posso garantir que foi um dia que valeu por uma semana ou mais, devido o número de coisas que aconteceram. Citando alguns dos exemplos, meus amigos ficaram bebados com um drink não muito barato e acabaram gastando muito dinheiro naquilo, sendo que são do tipo que acabam ficando bebados com o minimo de alcool, como vinho. Aconteceu que um deles, querendo ser o boladão e falar japonês, fez seu pedido em japonês, mas falou “kame” no lugar de “kome”, sendo que a primeira opção é tartaruga e a segunda é arroz cru. Hm, a confusão não terminou nesse ponto, pois acho que não era nem 21hrs ainda quando o moço trouxe a conta que para surpresa deles (e não minha) estava muito acima do previsto (por volta de OITO VEZES o previsto, já que encheram a alma de bebida cara). É quando os amiguinhos bebados começam a recuperar a memória e ver em que situação estavam, pois eu já havia pagado minha parte e estava me retirando do local, haha. O resto da noite foi seguida de entrada no quarto errado, detonar com o sabonete liquido do quarto e coisas piores.

No dia seguinte, lembro que acordei por volta das 16hrs, um tanto perdido, mas estava tudo bem. Ou ao menos, até o ponto de eu pegar um ônibus (por falta de taxi) onde sei lá como tinha mais pessoas do que na rua! Que tipo de pessoa vai passear de ônibus na tarde do dia primeiro de Janeiro? As pessoas entravam apertando as que estavam lá dentro e eram EXPELIDAS pela outra porta, fazendo daquele espaço quase um game de tetris, onde as linhas eram completadas e as exedentes eram eliminadas.

“Kome”, “kome”, o melhor para poder crescer

E falando em comida, é demasiadamente hilário como todos os gordinhos seguem um tipo de paradigma quando o assunto chega ao cunho gastronomico. Vejamos, a sociedade é dividida em dois tipos de pessoas: Aquelas que comem tudo oque gostam e aquelas que gostam de tudo oque comem. Ou talvez, aquelas que vivem para comer e aquelas que comem para viver. Você começa a perceber esse tipo de pessoa, quando ela manda um “não comi nada hoje”, por estar comendo demais e as pessoas terem percebido isso. Sempre essa justificativa.

Mas não estou discriminando essas pessoas, pelo contrário. Acho que elas não precisam ter vergonha disso, não há erro algum. Oque realmente não gosto, são aqueles que são os inimigos número um dos gordinhos, os nutricionistas. Esses desgraçados geralmente são obesos e comem tudo oque querem, mas chegam a exalar o cheiro da derrota e hipocrisia quando aconselham outra pessoa com “troque esse peito de peru por uma barrinha de cereal”. E VOCÊ VÊ A BARRIGA DO DESGRAÇADO E SABE QUE ELE NÃO FAZ ISSO! Então, porque aconselhar outros a fazer? Deve ser esse um dos misterios da vida, dos quais nunca saberei a razão. E falam com uma simplicidade, como se fosse muito simples uma pessoa que viveu mais de 30 anos comendo naquele ritmo, pudesse mudar isso de uma hora para outra. Eu estou quase sempre sem fome, como apenas o necessario, mas já tentei engordar, queria muito. Mas sei que muitas pessoas são o inverso, precisam estar sempre comendo algo, ao menos de três em três horas e não acho que devem ser discriminadas por isso. Principalmente por esses nutricionistas acefalos.

Eu não abandonaria um sorvete de flocos com menta, uma barrinha de chocolate, uma pizza de peperoni com coca ou um chá gelado com biscoitinhos. Então, não aconselho que ninguém o faça. Principalmente se for para parar de ser criticado por terceiros ou parecer mais aceitável para terceiros, pois certamente esses terceiros não vivem como você e talvez não fariam o mesmo por você. E ei, agora lembrei de quando meu pai comprava aqueles salgadinhos com tazo ou chicletes com figurinhas para albuns, foi uma época que eu comia mais pelo brinde do que pelo lanchinho em si, haha.

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