It doesn’t effect

28 de março de 2011 - 2 Respostas

Hm, pelo oque vejo, as imagens de outros posts expiraram, então logo devo reupa-las (espero que eu tenha um backup no HD externo D: ). Então, não colocarei imagens nesse post por agora, mas depois coloco.

A principio, devo citar que semanas atrás fui picado por um escorpião. Sim, do mesmo tipo daquela outra ocasião. Para minha surpresa, não tive problema algum: Febre, dor-de-cabeça, nada. Mesmo depois de dias e dias. Se eu soubesse que não aconteceria nada, teria matado aquele bicho com um chinelo! Aliás, alguns dias depois encontrei uma tarantula, a qual colocarei imagens aqui depois (inclusive de como matei-a, novamente com fogo).

Atualmente tenho lido muitos títulos de mangás nacionais. Pois é, existem. Tenho comprado alguns outros traduzidos, muito bons inclusive. Fazendo isso apenas para apoiar esse mercado nacional que tem um foco tão fraco pela sociedade.

E atualmente criei um novo blog, o qual devo atualizar com a mesma frequencia desse. É o blog pessoal também, mas sobre os joguinhos de pokémon. Quando eu terminar de arruma-lo, posto o link aqui (na verdade, criei-o há quase um mês, mas tive de viajar recentemente).

Um novo mundo de aventuras

14 de março de 2011 - Uma resposta

Eu lembro que fiquei cantando essa musiquinha (terceira abertura de pokemon) para encher o saco de Eric Umehara (@Eric_Umehara) quando eu ia começar essa temporada de viagens. E mais uma vez viajei nos últimos dias, por isso não postei semana passada (voltei na quinta, mas a preguiça venceu). Como vocês tem passado os últimos dias? Por volta de duas semanas atrás, eu peguei um gatinho na rua e comecei a cria-lo, dando-o o nome de Mr. Tinkle. O problema foi que depois descobri que era uma fêmea (momento revelação de novela mexicana) e recentemente ele desapareceu. Se ele tornará a aparecer é algo que apenas o tempo poderá nos dizer, mas continuem acompanhando nesse mesmo blog, nessa mesma url.

Como comentei alguns posts atrás, o iPhone tem sido meu objeto de diversão nos últimos tempos e ainda mais depois que descobri que ele aceita emuladores, huhu. E obviamente, pokemon foi minha primeira vitima. Eu estava a perceber que mudei bastante nos últimos meses, com oque diz respeito a opinião em alguns assuntos mais delicados e em alguns casos pessoais. Isso é bom, pois de tempos em tempos devemos estar colocando em pratica tudo oque aprendemos, seja isso bom ou ruim.

Recentemente eu estava jogando Explodemon e Dead Space 2. Ambos muito bons para quem gosta de plataforma e shooter, recomendo. Eu também estava lendo algumas noticias sobre o NGP e até conversando a respeito com Caio (@CaioRyuuzaki), mas acho que a segunda versão do portátil não demorará muito para ser lançada e com design mais agradável. Não que o atual seja ruim, mas a segunda versão sempre é melhor, vide GBASP e DS Lite.

Recentemente estava por assistir Viewtiful Joe, mas não gostei muito dos traços. Na verdade, não gosto desses animes que tentam americanizar (falar coisas em inglês e etc). Acho que só Bleach que consegui engolir mesmo, mas nem o traço de VJ ajuda. Soube de um filme que está para sair no cinema, Gnomeu e Julieta, parece legal e provavelmente assistirei. Há uma peça de teatro da qual ouvi falar muito bem também, Menina Bonita do Laço de Fita, que está em exibição Sab/Dom às 17hrs no Teatro Dragão do Mar (aqui em Fortaleza), então também está na minha agenda. Ah, também assistindo alguns animes um tanto antigos: Natsume Yuujinchou e Hidamari Skecth. O primeiro é sobre youkai e situações sobrenaturais. O segundo é bem ao estilo K-ON, contando uma história do cotidiano com garotinhas fofinhas.

Acho que é isso, resume bem meus últimos dias. Semana que vem posto mais alguma besteira.

Diferença entre tartaruga e arroz cru

26 de fevereiro de 2011 - Leave a Response

E cá estou mais uma vez, já que esqueci de postar na segunda-feira (por preguiça). De qualquer maneira, postarei nessa segunda-feira denovo. Ou não.

Começando o post, como podem ver acima .. uma carta. É a carta da senhorita Puchosa, que enviou-me semanas atrás. Em geral, eu leio e jogo fora, qualquer tipo de carta que recebo, mas nesse caso, senti-me atraido por guarda-la. Não significa que guardarei pelo resto da vida, mas é bom ter algum afeto por algo que recebeu alguma consideração. E também, foi escrita pela criatura pre-história, a senhorita Puchu! É algo que posso vender no museum daqui alguns anos.

Recentemente quitei o formspring e orkut. Apesar de estarem lá tanto tempo, eu já não usava com a mesma frequência de anos atrás. E foi assim com o ICQ, e talvez seja assim com o MSN um dia, não? Acho difícil que aconteça com o mIRC, pois mesmo depois de tanto tempo, continuo usando aquela coisa velha. Logo mais também terei um novo banner por aqui: Pedi para a senhorita Puchu fazer um, fazer com giz-de-cera mesmo, acho bem bonito esses desenhos, haha.

Conveniências e tradições

Por volta de dois ou três meses atrás, me encontrei em uma situação bem interessante. Bem, eu encontrei uma ex-namorada (cujo tinhamos terminado o relacionamento aproximadamente 3 anos atrás) que estava passando as férias em uma parte do Brasil na qual nunca pensei encontra-la e onde eu estava. O papo extendeu-se por alguns dias, em shoppings e lanchonetes. Como fruto desse reencontro, consegui recuperar um flashcard que tinha deixado com ela e nem lembrava mais. Semanas depois teve o ano novo, onde nossa história começa.

Resolvemos alugar um apartamento separado para eu, ela, prima dela e mais dois amigos. Muitas coisas das quais não me recordo perfeitamente aconteceram naquele dia, mas posso garantir que foi um dia que valeu por uma semana ou mais, devido o número de coisas que aconteceram. Citando alguns dos exemplos, meus amigos ficaram bebados com um drink não muito barato e acabaram gastando muito dinheiro naquilo, sendo que são do tipo que acabam ficando bebados com o minimo de alcool, como vinho. Aconteceu que um deles, querendo ser o boladão e falar japonês, fez seu pedido em japonês, mas falou “kame” no lugar de “kome”, sendo que a primeira opção é tartaruga e a segunda é arroz cru. Hm, a confusão não terminou nesse ponto, pois acho que não era nem 21hrs ainda quando o moço trouxe a conta que para surpresa deles (e não minha) estava muito acima do previsto (por volta de OITO VEZES o previsto, já que encheram a alma de bebida cara). É quando os amiguinhos bebados começam a recuperar a memória e ver em que situação estavam, pois eu já havia pagado minha parte e estava me retirando do local, haha. O resto da noite foi seguida de entrada no quarto errado, detonar com o sabonete liquido do quarto e coisas piores.

No dia seguinte, lembro que acordei por volta das 16hrs, um tanto perdido, mas estava tudo bem. Ou ao menos, até o ponto de eu pegar um ônibus (por falta de taxi) onde sei lá como tinha mais pessoas do que na rua! Que tipo de pessoa vai passear de ônibus na tarde do dia primeiro de Janeiro? As pessoas entravam apertando as que estavam lá dentro e eram EXPELIDAS pela outra porta, fazendo daquele espaço quase um game de tetris, onde as linhas eram completadas e as exedentes eram eliminadas.

“Kome”, “kome”, o melhor para poder crescer

E falando em comida, é demasiadamente hilário como todos os gordinhos seguem um tipo de paradigma quando o assunto chega ao cunho gastronomico. Vejamos, a sociedade é dividida em dois tipos de pessoas: Aquelas que comem tudo oque gostam e aquelas que gostam de tudo oque comem. Ou talvez, aquelas que vivem para comer e aquelas que comem para viver. Você começa a perceber esse tipo de pessoa, quando ela manda um “não comi nada hoje”, por estar comendo demais e as pessoas terem percebido isso. Sempre essa justificativa.

Mas não estou discriminando essas pessoas, pelo contrário. Acho que elas não precisam ter vergonha disso, não há erro algum. Oque realmente não gosto, são aqueles que são os inimigos número um dos gordinhos, os nutricionistas. Esses desgraçados geralmente são obesos e comem tudo oque querem, mas chegam a exalar o cheiro da derrota e hipocrisia quando aconselham outra pessoa com “troque esse peito de peru por uma barrinha de cereal”. E VOCÊ VÊ A BARRIGA DO DESGRAÇADO E SABE QUE ELE NÃO FAZ ISSO! Então, porque aconselhar outros a fazer? Deve ser esse um dos misterios da vida, dos quais nunca saberei a razão. E falam com uma simplicidade, como se fosse muito simples uma pessoa que viveu mais de 30 anos comendo naquele ritmo, pudesse mudar isso de uma hora para outra. Eu estou quase sempre sem fome, como apenas o necessario, mas já tentei engordar, queria muito. Mas sei que muitas pessoas são o inverso, precisam estar sempre comendo algo, ao menos de três em três horas e não acho que devem ser discriminadas por isso. Principalmente por esses nutricionistas acefalos.

Eu não abandonaria um sorvete de flocos com menta, uma barrinha de chocolate, uma pizza de peperoni com coca ou um chá gelado com biscoitinhos. Então, não aconselho que ninguém o faça. Principalmente se for para parar de ser criticado por terceiros ou parecer mais aceitável para terceiros, pois certamente esses terceiros não vivem como você e talvez não fariam o mesmo por você. E ei, agora lembrei de quando meu pai comprava aqueles salgadinhos com tazo ou chicletes com figurinhas para albuns, foi uma época que eu comia mais pelo brinde do que pelo lanchinho em si, haha.

E a aventura começa outra vez

14 de fevereiro de 2011 - Leave a Response

Olá, mais uma vez. Eu realmente estava com uma preguiça enorme de postar aqui, mas se não postasse hoje, sei que não postaria semana que vem. Atualmente tenho investido muito tempo no meu amado Nintendo 64, onde recentemente adquiri dois novos games: Super Smash Bros e Paper Mario. Isso somado com Zelda: Ocarina of Time, Zelda: Majora’s Mask, Goldeneye 007, Conker Bad Fur Day, Banjo & Kazooie e alguns outros. Falando nisso, graças à Larissa (vulga Yume) por ter me ajudado em uma duvida sobre a cronologia da franquia Zelda (que apesar de gostar muito, ela é bem mais zeldatard que eu).

Bem, voltando nas criaturas asquerosas que tanto odeio, esses dias matei algumas baratas. Foram chutes tão rápidos e letais, que nem mesmo CSI pode me descobrir como culpado. Sobre acontecimentos dessa semana, vale ressaltar os diversos locais que vejo escrito errado também, como teatro com TH (talvez por causa de theater?).

Por fim, estou voltando pro bRO, de vez. Ou talvez. Ahn, já faz alguns meses que penso nisso, mas nunca tive o apoio de meus amigos, apesar de alguns estarem animados com renewall. Os amigos que estavam a jogar, estavam no thor, mas o ponto de não dropar equipamentos e vender itens simples (asa de borboleta e asa de mosca) por rops, desanima qualquer um. Ou ao menos a mim. Tempos atrás estava conversando com uma amiga, Camilla Contrucci, que apesar de nos conhecermos irl (e morarmos bem perto, aliás), foi uma amizade que teve inicio naquele joguinho. E para minha surpresa, a lesadinha está a jogar por lá, e no Odin! Foi uma surpresa agradável, ainda mais em saber que renewall está chegando ao bRO nesta semana (atualização que tenho estudado bastante nos últimos meses). E no fim de tudo, logo mais devo retornar as ruas de prontera e aquela rotina gostosa de virar noites em um mundinho virtual sem proposito produtivo.

vida doce como o veneno

7 de fevereiro de 2011 - Uma resposta

E aqui estou mais uma vez. Como prometido, cá estou para postar semanalmente. Se bem que não tenho muito oque postar, mas tenho uma história interessante para contar.

Antes disso, devo citar que recebi recentemente uma carta de uma amiga que tenho vontade de esmagar com um abraço, ainda mais depois da carta. É a Ana Paula Oliveira, vulga Puchu, que em meio uma carta falando sobre o cotidiano, mandou-me um pikachu feito de papel (origami?). O primeiro ponto, é que eu adoro os monstrinhos de bolso (e quem me conhece, mesmo que um pouco, sabe muito bem disso). O segundo ponto, é que eu adoro coisas feitas à mão. Seja uma blusa, uma doce ou uma dobradura. Achei bem fofo o presente e ganhei um lugar em minha mesa do escritório.

A história que tenho para contar essa semana, já contei à alguns amigos via msn, mas como não faz tanto tempo (um mês, talvez), não são todos que sabem. Como algumas pessoas sabem, eu uso óculos atualmente e não vejo muito bem sem ele. Então, em um dia comum, entrei no banheiro, tomei banho. Vi uma manchinha no chão, mas ignorei. Pouco depois, Kenneth Parkes (um californiano que mora no mesmo apartamento), entrou no banheiro e teve uma reação estranha. Horas depois, ele comenta que havia um escorpião no banheiro. Recordando-me da manchinha que vi no chão, fiquei um tanto surpresa: Eu poderia ter sido picado letalmente e começar a espumar pela boca!

Alguns dias se passaram. Durante esses dias, eu estava um tanto traumatizado com a ideia de conviver com escorpiões em uma casa. Estava no Brasil e bem, nunca ouvi falar de escorpiões no Brasil! Cheguei a pensar que poderia ser maldade de alguém para comigo. Oque não torna a situação mais simples, muito pelo contrário. Eu fui colocar o pé no sapato e pensei: E SE tiver um escorpião aí dentro? Eu colocar meu pé, ser picado, meu pé ficar roxo, minha garganta sufocar e eu morro indefeso? Não deixa de ser uma possibilidade, então bati o sapato para certificar-me. Nada ocorreu, felizmente.

Dentre esses dias, houve também um dia em que fui deitar na cama. Estava escuro, então pensei: E SE tiver um escorpião na minha cama? Eu deitarei nele, ele picará minha coluna e o veneno me imobilizará, eu não conseguirei pedir ajudar. Não deixa de ser uma possibilidade, então acendi a luz, verifiquei. Estava tudo bem, felizmente.

Houve também uma situação na qual fui pegar alguns talheres para uma refeição e fui colocar a mão no fundo da gaveta. Mas .. E SE tiver um escorpião ali? Aguardando o momento certo para picar-me e seu veneno fazer eu me contorcer enquanto tenho uma forte lenta e dolorosa? Eu removi a gaveta e felizmente não havia nada lá.

a wild drapion appears!

Eu já estava tranquilo com esse assunto, quando entrei no banheiro e .. LÁ ESTAVA ELE! Menos de 5cm, aquela criatura letal encarava-me com seu olhar cheio de vingança, mas eu não sabia como explica-lo que não fui eu quem matou um amigo dele. Então, começamos um duelo regido por saltos e esquivas no banheiro, até o ponto que consegui jogar alcool sobre ele e lançar não apenas um ou dois palitos de fosforo, mas sim todos os que foi possível arremessar, criando uma divertida chama no banheiro visando matar a asquerosa criatura de menos de 5cm.

drapion fainted!

Hoje estou feliz e estou preparado caso os pais dele voltem querendo vingança. Essa é minha humilde aventura que compartilho com vocês.